



25 de julho de 2026 às 22:32
Investigação apura morte de cão comunitário em Castro Um policial militar de folga atirou e matou um cão comunitário na tarde de sexta-feira (24) em Castro, nos Campos Gerais do Paraná. O nome dele não foi divulgado. O animal vivia perto de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) junto com outros dois cães, que também são cuidados pela comunidade da região. Segundo a Polícia Militar (PM), o policial relatou que os cães o atacaram, que ele atirou para se defender e que o tiro acertou o animal, que morreu no local. ✅ Siga o canal do g1 PR no WhatsApp Os moradores, porém, afirmam que o animal era conhecido da comunidade e não tinha histórico de agressividade. Segundo a Prefeitura de Castro, o animal era castrado e vacinado. O corpo do cachorro foi recolhido para a realização de um laudo, que deverá ajudar a esclarecer as circunstâncias da ocorrência. As imagens de câmeras de segurança que ficam na região serão cedidas para a Polícia Civil, para a Polícia Militar e para a Justiça, conforme a prefeitura. O município informou também que comunicou o episódio ao Comando da Polícia Militar, que repudia qualquer forma de violência contra animais e que espera a apuração rigorosa dos fatos. Em nota, a PM informou que equipes do 1º Batalhão atenderam à ocorrência, realizaram os procedimentos cabíveis e encaminharam a documentação à Polícia Civil, que apurará as circunstâncias do fato. Disse ainda que o policial se apresentou à Polícia Judiciária e que o caso será apurado pelos órgãos competentes. LEIA TAMBÉM: Trânsito: Duas jovens morrem em acidente com carro que levava dez pessoas Vídeo: Donas de mercado suspeitam de furto e partem para cima de homem com rodo e chineladas 'Deepfake': Homem faz montagens pornográficas de jovem que ignorou cantadas dele e as publica em site de conteúdo adulto Cachorro vivia perto de UPA e era conhecido pela comunidade RPC VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Paraná.

25 de julho de 2026 às 21:18
PT lança candidaturas de Gleisi Hoffmann e Doutor Rosinha ao Senado pelo Paraná Divulgação/PT O Partido dos Trabalhadores (PT) confirmou nesta sexta-feira (25) a candidatura de Gleisi Hoffmann e de Doutor Rosinha ao Senado pelo Paraná. A decisão foi anunciada durante a convenção do partido, realizada em Curitiba. ✅ Siga o canal do g1 PR no WhatsApp Gleisi é advogada e tem uma extensa carreira na política. Foi diretora financeira da Itaipu Binacional, já foi eleita como senadora e como deputada federal e também atuou como ministra-chefe da Casa Civil. Escolhida pelo presidente Lula para concorrer no estado, Gleisi destacou a importância de ter uma mulher na disputa. "Sei da importância que tem essa candidatura, não só para o Brasil, para a nossa democracia, para a soberania, mas também para representar o estado do Paraná, para ser uma voz firme, ativa no Senado, representando as mulheres, os pequenos municípios, o povo, os trabalhadores e as trabalhadoras paranaenses", afirmou. Doutor Rosinha é médico e foi um dos fundadores do PT. Ele já foi vereador em Curitiba, deputado estadual e deputado federal pelo Paraná. "Estamos juntos para fazer a defesa da soberania nacional e lutar contra o machismo e o racismo. [...] Mas nós não vamos fazer isso sozinhos. Nós vamos fazer com vocês: todas aquelas pessoas que querem um país justo, transparente, soberano, que não se curve perante ninguém. Nós vamos dar as mãos a todas as pessoas que se sentem exploradas e oprimidas. Essa é a nossa luta", afirmou o candidato. O PT participa das eleições de 2026 como parte da Federação Brasil da Esperança, que reúne também o PV e o PC do B. Os partidos da federação não lançaram candidatos para o Governo do Paraná e declararam apoio a Requião Filho, candidato do PDT para o cargo. Calendário de convenções As convenções são os eventos em que os filiados dos partidos se reúnem para escolher os candidatos nas eleições. A data limite é 5 de agosto. Na sequência, os nomes devem ser registrados no Tribunal Superior (TSE) até o dia 15 de agosto. A campanha eleitoral começa oficialmente no dia seguinte. Nas eleições deste ano, em 4 de outubro, os brasileiros vão votar para: presidente; governador; senador (duas vagas por estado); deputado federal; deputado estadual; Trajetória de Gleisi Hoffmann A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) Jefferson Rudy/Agência Senado Com extensa carreira política, a atuação da candidata na área começou quando ainda era estudante. Em 2002, fez parte da equipe de transição de governo do ex-presidente Lula. Foi então nomeada a diretora financeira da Itaipu Binacional, onde ficou até 2006, quando saiu para disputar as eleições ao Senado – naquele pleito, ela não foi eleita. Gleisi foi eleita como senadora em 2010, mas se afastou do cargo para atuar como ministra-chefe da Casa Civil entre junho de 2011 e 2014, no primeiro governo Dilma Rousseff. Nas eleições de 2014, foi candidata ao governo do Paraná, terminando a disputa na terceira colocação. Nas eleições de 2018, foi eleita deputada federal e reeleita em 2022. Em 2025, Gleisi assumiu a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência, pasta responsável pela articulação política do governo. A então ministra saiu do cargo após anunciar a pré-candidatura ao Senado. Trajetória de Doutor Rosinha Doutor Rosinha (PT) Giuliano Gomes/PRPress Nascido em Rolândia, na região norte do Paraná, Florisvaldo Fier é médico pediatra. Conhecido como Dr. Rosinha, ele começou a atuar nos movimentos sociais depois de trabalhar em postos de saúde da capital paranaense. No período, foi um dos fundadores do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sismuc). No início dos anos 1980, participou da fundação do PT e da Central Única dos Trabalhadores (CUT). Em 1988, foi eleito vereador de Curitiba. Em 1990, conquistou uma cadeira na Assembleia Legislativa do Paraná, para a qual foi reeleito em 1994. Em 1998, Dr. Rosinha foi eleito deputado federal, cargo que ocupou por quatro mandatos. Nas eleições municipais de 1992, foi candidato a prefeito de Curitiba e ficou em terceiro lugar, com 6,50% dos votos válidos. Em 2018, concorreu para o cargo de governador pelo partido e ficou em quarto lugar no pleito, com 8,66% dos votos válidos. LEIA TAMBÉM: Promessas de Ratinho Junior: Governador do Paraná entregou Ponte de Guaratuba; entrega de Terminal em Londrina não foi cumprida Paraná recebe alerta de tempestade: Meteorologistas indicam quando chuvas devem dar trégua ao estado Batida em árvore: Duas jovens morrem em acidente com carro que levava dez pessoas no Paraná VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Paraná.

25 de julho de 2026 às 17:58
Requião Filho (PDT) Assembleia Legislativa do Paraná O Partido Democrático Trabalhista (PDT) confirmou nesta sexta-feira (25) a candidatura de Requião Filho ao governo do Paraná. A decisão foi anunciada durante a convenção do partido, realizada em Curitiba. Requião Filho é deputado estadual desde 2015, tendo sido reeleito duas vezes. Na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), ocupa hoje o cargo de 3º Secretário da Mesa Diretora da casa. ✅ Siga o canal do g1 PR no WhatsApp O partido ainda não anunciou o nome do vice-candidato na chapa de Requião Filho. A legenda também não anunciou as candidaturas ao Legislativo, o que deve acontecer em evento marcado para o dia 5 de agosto. No entanto, Requião Filho, que também é presidente estadual do partido, confirmou o apoio à candidatura da ex-ministra e deputada federal Gleisi Hoffmann ao Senado. As coligações do PDT para as eleições no Paraná também serão confirmadas no começo de agosto. Em entrevista coletiva, Requião Filho destacou que sua candidatura se opõe ao projeto do atual governador Ratinho Júnior (PSD). "Vamos retomar as empresas públicas que foram vendidas, deixando o custo do Paraná muito caro; investimentos de verdade na infraestrutura com planejamento, não obras esparsas perdidas pelo Paraná, que não se comunicam; devolver alegria para a sala de aula, reduzir impostos, gerando emprego e, é lógico, ajudar o homem do campo, o pequeno e o médio agricultor, que foi esquecido por este governo e tantos outros", disse. Calendário de convenções As convenções são os eventos em que os filiados dos partidos se reúnem para escolher os candidatos nas eleições. A data limite é 5 de agosto. Na sequência, os nomes devem ser registrados no Tribunal Superior (TSE) até o dia 15 de agosto. A campanha eleitoral começa oficialmente no dia seguinte. Nas eleições deste ano, em 4 de outubro, os brasileiros vão votar para:presidente; governador; senador (duas vagas por estado); deputado federal; deputado estadual; Trajetória de Requião Filho Nascido em Curitiba, Maurício Thadeu de Mello e Silva, conhecido como Requião Filho, tem 46 anos e é filho do ex-senador e ex-governador do Paraná Roberto Requião. Ele é formado em Direito pelo Centro Universitário de Brasília (CEUB) e se especializou em Políticas Públicas. O início da carreira política foi em 2014, quando foi eleito deputado estadual pelo MDB (na época, PMDB), com 50.167 votos. Foi reeleito para o cargo em 2018, ainda no MDB, recebendo 82.652 votos. Em 2022, quando era filiado ao PT, foi eleito para o terceiro mandato na Alep, com 85.674 votos. Neste mandato, atuou como líder da bancada de oposição, membro da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e presidente da Comissão do Mercosul e Assuntos Internacionais. Hoje é 3º secretário da Mesa Diretora. Em maio de 2025, o deputado deixou o PT para se filiar ao PDT. O candidato é casado e pai de dois filhos gêmeos. LEIA TAMBÉM: Promessas de Ratinho Junior: Governador do Paraná entregou Ponte de Guaratuba; entrega de Terminal em Londrina não foi cumprida Paraná recebe alerta de tempestade: meteorologistas indicam quando chuvas devem dar trégua ao estado Batida em árvore: duas jovens morrem em acidente com carro que levava dez pessoas no Paraná VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná

25 de julho de 2026 às 17:17
Sandro Alex (PSD) Geraldo Bubniak/AEN O Partido Social Democrático (PSD) confirmou neste sábado (25) a candidatura de Sandro Alex ao governo do Paraná. A decisão foi anunciada durante a convenção do partido, realizada em Curitiba. Sandro Alex Cruz de Oliveira é deputado federal e ex-secretário de Infraestrutura e Logística do governo Ratinho Júnior. Ele também ocupa o cargo de presidente estadual do PSD. ✅ Siga o canal do g1 PR no WhatsApp O PSD vai disputar as eleições deste ano no Paraná em coligação com a Federação PSDB-Cidadania, com a Federação União Progressista – formada por União Brasil e Progressistas (PP) –, e com o Republicanos. Durante a entrevista coletiva, Sandro Alex reforçou a união dos partidos que apoiam sua candidatura e a continuidade do projeto implementado por Ratinho Júnior. "Nós estaremos todos unidos e em paz. Nós vimos o avanço na vida das pessoas e a transformação neste estado. E isso não foi fruto do acaso, nem da sorte. Isso foi fruto do trabalho", afirmou. O partido ainda não anunciou quem será o vice-candidato na chapa de Sandro Alex. Perguntado sobre as especulações a respeito de Cristina Graeml – que se filiou ao PSD em abril – como sua vice, o candidato disse apenas que "seria uma boa". Sobre a candidatura ao Senado, a única confirmação foi o apoio a Alexandre Curi, do Republicanos. A respeito da possibilidade de o PSD lançar uma candidatura própria ao Senado, o governador Ratinho Júnior disse em coletiva que a questão não está definida, mas mencionou o nome de Cristina Graeml. "Eu tenho certeza que o Alexandre [Curi] e, obviamente, nós teremos um segundo candidato ou uma segunda candidata, que pode ser também a própria Cristina. Nós estamos construindo isso com os partidos para representar a gente e ter mais força lá no Senado Federal", disse o governador. Calendário de convenções As convenções são os eventos em que os filiados dos partidos se reúnem para escolher os candidatos nas eleições. A data limite é 5 de agosto. Na sequência, os nomes devem ser registrados no Tribunal Superior (TSE) até o dia 15 de agosto. A campanha eleitoral começa oficialmente no dia seguinte. Nas eleições deste ano, em 4 de outubro, os brasileiros vão votar para:presidente; governador; senador (duas vagas por estado); deputado federal; deputado estadual; Trajetória de Sandro Alex Sandro Alex Cruz de Oliveira tem 53 anos de idade e é natural de Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná. Graduado em Direito pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), ele é advogado e radialista. Iniciou o primeiro mandato como deputado federal em 2011 e foi reeleito ao cargo três vezes. Se licenciou do cargo nos mandatos de 2019-2022 e 2023-2026 para assumir a cadeira de secretário estadual de Infraestrutura e Logística nos dois mandatos de Ratinho Júnior, cargo do qual se afastou apenas nos períodos eleitorais, para concorrer à reeleição. Na primeira eleição para a Câmara dos Deputados disputada, Sandro Alex concorreu pelo Partido Popular Socialista (PPS) e foi eleito com 95.840 votos. Em 2014, se reelegeu pelo mesmo partido com 116.909 votos. Em 2018, foi eleito para o terceiro mandato de deputado federal, desta vez pelo PSD, com 124.512 votos. Voltou à Câmara dos Deputados para o quarto mandato nas eleições de 2022, eleito com 168.157 votos. Em 2008, Sandro Alex concorreu à prefeitura de Ponta Grossa pelo PPS. Ele chegou a ir para o segundo turno, quando recebeu 81.782 votos, mas perdeu para Pedro Wosgrau FIlho (PSDB). O político é casado, pai de três filhos, e filho de Nilson de Oliveira, comunicador e empresário que detém emissoras de rádio em Ponta Grossa. Um dos irmãos do candidato ao Governo do Paraná também é político: o atual deputado estadual Marcelo Rangel (PSD), que é ex-prefeito de Ponta Grossa e ex-secretário de Inovação, Modernização e Transformação Digital de Ratinho Junior. Rangel é candidato a deputado federal pelo partido. LEIA TAMBÉM: Promessas de Ratinho Junior: Governador do Paraná entregou Ponte de Guaratuba; entrega de Terminal em Londrina não foi cumprida Paraná recebe alerta de tempestade: meteorologistas indicam quando chuvas devem dar trégua ao estado Batida em árvore: duas jovens morrem em acidente com carro que levava dez pessoas no Paraná VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná