



24 de agosto de 2026 às 19:55
Palácio Iguaçu - Governo do Paraná Natalia Filippin/G1 Nesta segunda-feira (24) as agendas das campanhas dos candidatos Requião Filho (PDT), Sandro Alex (PSD) e Sergio Moro (PL) preveem reuniões com lideranças empresariais e políticas. Os candidatos ao Governo do Paraná também dedicaram parte do dia para gravar conteúdos da propaganda da campanha eleitoral. ✅ Siga o canal do g1 PR no WhatsApp O candidato Luiz França (Missão) não teve agenda pública; ele focou em trabalhos internos no comitê eleitoral. O candidato Samuel de Mattos (PSTU) fez panfletagens no Bairro Sítio Cercado, em Curitiba. 🔍A campanha eleitoral de 2026 iniciou no domingo (16) em todo o país. A partir desta data, candidatos estão autorizados a pedir votos e realizar comícios, caminhadas, debates e divulgar suas propostas em rádio, TV e internet, seguindo as regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral. Agora no g1 Abaixo, confira como foi o dia dos candidatos: Sergio Moro, candidato do Partido Liberal (PL), disse que "terá um relacionamento republicano" com o presidente do Brasil, caso Lula (PT) seja reeleito. A afirmação foi dada durante uma entrevista ao jornal Bem Paraná, em Curitiba. "Nós faremos um governo que não compactua com a pauta do PT. Nós defendemos a liberdade, defendemos o direito de propriedade, defendemos a segurança jurídica. Nós queremos colocar o Paraná em um novo patamar de desenvolvimento. Vamos trabalhar para derrotar o Lula, porque ele está levando o Brasil para a beira do abismo, com esse endividamento das famílias, das empresas, quebrando, na verdade, o nosso país, e o nosso candidato é o Flávio Bolsonaro para derrotá-lo. Mas, se acontecer essa tragédia de ele ser reeleito, que coloco aqui apenas como hipótese, eu vou ter um relacionamento institucional, republicano", afirmou. Sandro Alex, candidato do Partido Social Democrático (PSD), se reuniu com representantes do setor cultural e com representantes do G7 – grupo que reúne sete entidades representativas do setor produtivo. A agenda também contou com gravações do programa eleitoral, lançamento de candidaturas de correligionários e um jantar com empresários, tudo em Curitiba. Requião Filho, candidato do Partido Democrático Trabalhista (PDT), participou da sessão plenária da Assembleia Legislativa do Estado do Paraná (Alep), se reuniu com representantes do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Paraná (Sinduscon-PR) e gravou materiais para a campanha eleitoral. Eleições no Paraná Urna eletrônica para votação nas eleições brasileiras Marcelo Camargo/Agência Brasil O primeiro turno das eleições de 2026 será realizado em 4 de outubro. O segundo turno, se for necessário, está marcado para 25 de outubro. No Paraná, os partidos definiram oito nomes na disputa pelo governo. São eles: Adriano Teixeira – PCO Alexandre Salomão – Mobiliza Luiz França – Missão Requião Filho – PDT Samuel Mattos – PSTU Sandro Alex – PSD Sérgio Moro – PL Tayná Miessa – UP Vídeos mais assistidos do g1 Paraná: Leia mais notícias no g1 Paraná

24 de agosto de 2026 às 19:48
Sergio Moro (PL) Reprodução/GloboNews O candidato ao governo do Paraná, Sergio Moro (PL), disse que "terá um relacionamento republicano" com o presidente do Brasil, caso Lula (PT) seja reeleito. A afirmação foi dada durante uma entrevista ao jornal Bem Paraná nesta segunda-feira (24), em Curitiba. ✅ Siga o canal do g1 PR no WhatsApp "Nós faremos um governo que não compactua com a pauta do PT. Nós defendemos a liberdade, defendemos o direito de propriedade, defendemos a segurança jurídica. Nós queremos colocar o Paraná em um novo patamar de desenvolvimento. Vamos trabalhar para derrotar o Lula, porque ele está levando o Brasil para a beira do abismo, com esse endividamento das famílias, das empresas, quebrando, na verdade, o nosso país, e o nosso candidato é o Flávio Bolsonaro para derrotá-lo. Mas, se acontecer essa tragédia de ele ser reeleito, que coloco aqui apenas como hipótese, eu vou ter um relacionamento institucional, republicano", afirmou. Entre os outros compromissos cumpridos na agenda do candidato, estão gravações de materiais da campanha eleitoral, uma entrevista ao portal Bem Paraná e um ato político de apresentação da coligação com correligionários na região metropolitana da capital. Agora no g1 🔍A campanha eleitoral de 2026 iniciou no dia 16 de agosto em todo o país. A partir desta data, candidatos estão autorizados a pedir votos e realizar comícios, caminhadas, debates e divulgar suas propostas em rádio, TV e internet, seguindo as regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral. Eleições no Paraná Urna eletrônica para votação nas eleições brasileiras Marcelo Camargo/Agência Brasil O primeiro turno das eleições de 2026 será realizado em 4 de outubro. O segundo turno, se for necessário, está marcado para 25 de outubro. No Paraná, os partidos definiram oito nomes na disputa pelo governo. São eles: Adriano Teixeira – PCO Alexandre Salomão – Mobiliza Luiz França – Missão Requião Filho – PDT Samuel Mattos – PSTU Sandro Alex – PSD Sérgio Moro – PL Tayná Miessa – UP Vídeos mais assistidos do g1 Paraná: Leia mais notícias no g1 Paraná.

24 de agosto de 2026 às 17:52
Justiça nega pedido de soltura de três presos pela morte de idoso em Bandeirantes Um idoso foi morto com um tiro em Bandeirantes, no Norte do Paraná. Ele, que estava deitado na cama e usando fraldas, foi identificado como José Teixeira da Silva, de 77 anos. A Polícia Civil (PC-PR) informou que, inicialmente, o caso foi tratado como latrocínio — roubo seguido de morte. Entretanto, a investigação apurou tratar-se de um homicídio planejado pela esposa da vítima, com a ajuda do amante dela e com o conhecimento da filha. ✅ Siga o g1 Londrina e região no WhatsApp Valquíria Sandoval (esposa), Anderson Justino Estevão (amante de Valquíria) e Amanda Sandoval Teixeira da Silva (filha) foram presos em flagrante. A defesa dos três disse não ser possível "tratar como definitivas as conclusões apresentadas até o momento". Leia a nota na íntegra ao final. Da esquerda para a direita, Valquíria, Anderson e Amanda. Reprodução Quando José foi encontrado morto em cima da cama, no início da madrugada de sábado (21), Valquíria disse à Polícia Militar (PM-PR) que o crime havia sido cometido por dois homens desconhecidos, durante uma invasão e um roubo à casa. Porém, a polícia encontrou contradições nesta versão apresentada pela esposa. Os policiais apuraram as informações, analisaram o celular de Valquíria e chegaram à conclusão de que ela havia pedido para que Anderson — com quem tinha um relacionamento extraconjugal — matasse José. Conforme o delegado Michel Araújo, ela admitiu o crime somente no segundo depoimento prestado, quando também disse que a motivação foi José ter se negado a pagar um tratamento de saúde para a filha, mesmo possuindo o dinheiro necessário. "Confrontada com o conteúdo do aparelho celular, com as contradições que ela tinha apresentado, ela confessou. Confessou a autoria dos fatos, juntamente com o Anderson Justino Estevão, que seria o amante dela", o delegado explicou à RPC, afiliada da TV Globo no Paraná. José Teixeira da Silva, de 77 anos. Reprodução Neste contexto, a polícia também confirmou que Amanda foi avisada pela mãe de que o pai seria assassinado. Mesmo assim, a filha não impediu Valquíria de planejar e cometer o crime. Nesta segunda-feira (23), a Justiça negou o pedido de liberdade dos três suspeitos, que estão presos preventivamente por homicídio qualificado. A polícia apreendeu três celulares, um revólver e dinheiro. Em sete pontos, confira mais detalhes da investigação do caso: Como foi o primeiro registro do crime Contradições identificadas pela polícia O que a esposa disse no depoimento O que a filha disse no depoimento O que o amante disse no depoimento Dinâmica do crime, segundo a polícia Defesa dos suspeitos Como foi o primeiro registro do crime Perícia realizada na casa do casal. Reprodução No início da madrugada de sábado, a Polícia Militar (PM-PR) foi acionada para atender a uma situação de disparo de arma de fogo. No local, constatou-se a morte de José e também o roubo do carro dele. Valquíria relatou aos policiais militares que havia levantado da cama para beber água e, então, ouviu o disparo. Quando escutou o barulho, disse ter ido ao quintal para prender o cachorro e, ao voltar para casa, viu dois homens saindo com o carro. A mulher também afirmou ter corrido para a rua para pedir ajuda, e os vizinhos que saíram para socorrê-la viram José baleado em cima da cama. Por fim, a esposa disse que, além de cometerem o homicídio e roubarem o carro, os homens também teriam levado R$ 15 mil. As portas e janelas da casa estavam abertas, mas Valquíria afirmou aos policiais que era um costume não trancá-las porque o bairro é tranquilo. Contradições identificadas pela polícia No inquérito, a polícia identificou diversas inconsistências nas declarações de Valquíria: depois de dizer ter visto os suspeitos fugindo, ela mudou o relato e falou não ter flagrado a ação; priorizou prender um cão no momento do crime; mudou a quantia de dinheiro roubada, de R$ 10 mil para R$ 15 mil. Além disso, José estava acamado naquele dia, o que não era compatível com um roubo "barulhento" como o que foi narrado. "Embora a capitulação inicial seja latrocínio, a dinâmica fática e o comportamento da testemunha sugerem a simulação de um crime patrimonial para encobrir uma execução", consta no documento. O que a esposa disse no depoimento Valquíria disse ao delegado Michel que foi casada com José por 28 anos, mas que tinha um relacionamento extraconjugal com Anderson há três anos. Ela relatou ter sofrido privações ao longo da vida com o marido, como a proibição de visitar os pais. A última, segundo a mulher, foi a negativa dele para pagar um tratamento de Amanda. Por isso, planejou o crime durante um mês. "No desespero, eu fiz o Anderson fazer isso [cometer o homicídio]. Isso não é justo", disse. A mulher explicou que, no sábado, entregou a arma de José a Anderson, prendeu o cachorro e saiu da casa até que o crime fosse cometido. Ela também admitiu ter enviado uma mensagem para a filha, logo em seguida, dizendo: "Aconteceu". O que a filha disse no depoimento Em depoimento, Amanda confirmou saber que a mãe, Valquíria, tinha um relacionamento com Anderson. Ela também afirmou que o pai, José, era um homem controlador, violento e negava cuidados básicos às pessoas da família, como alimentação e tratamento de saúde. "Ela [Valquíria] planejou com ele [Anderson]. Eu sabia. Não ajudei, mas eu sabia de tudo, ela falou para mim. E por dó das consequências que ela vivia, eu concordei. Mas eu não estava presente. Ela mesma falou para eu ficar em Londrina, para eu não voltar, para eu não ver, para eu não participar", relatou. Conforme a descrição de Amanda, Valquíria deixou a porta de casa aberta, Anderson entrou, deu o tiro no idoso usando uma arma que a vítima tinha, pegou a carteira de José e levou o carro para "não ficar estranho". Não havia outras pessoas na casa. A filha afirma ter pedido, anteriormente, para que a mãe não realizasse o crime, mas não a denunciou e não a impediu. Além disso, explicou que Valquíria foi movida pela urgência de encontrar dinheiro para o pagamento do tratamento para Amanda, que foi negado por José. O que o amante disse no depoimento Anderson disse que está em um relacionamento extraconjugal com Valquíria há seis meses e que os dois conversaram sobre ele parar de trabalhar quando ela ficasse viúva. Ele afirmou não conhecer Amanda, apenas saber que ela precisava de um tratamento de saúde. Na versão apresentada pelo homem no depoimento, naquele sábado, Valquíria o encontrou na frente da casa e pediu para que ele apenas escondesse a arma e levasse o carro embora. Ele afirmou não ter entrado no imóvel e que não cometeu o homicídio. Além disso, Anderson alega não ter conhecimento sobre o plano do assassinato. Dinâmica do crime, segundo a polícia Para a polícia, Valquíria iniciou o plano para assassinar José há um mês. Ela foi movida pela indignação de saber que o marido possuía dinheiro, mas não queria pagar o tratamento de saúde de Amanda, que é filha dos dois. Para isso, pediu que Anderson realizasse o crime. No sábado, ela entregou o revólver ao amante e esperou o disparo. "E a filha tinha conhecimento dos planos. Esses planos para matar a vítima já estavam perdurando há cerca de um mês", o delegado explicou. Depois que Anderson fugiu com o carro, ele o abandonou em uma área de vegetação da cidade. "Tá claro que o foco era tirar ele [José] de cena para ter acesso a esse dinheiro, para a menina fazer o tratamento e a mãe ser feliz para sempre com a amante", disse Araújo. Defesa dos suspeitos Os advogados Sivaldo Pires Bento e Bruno Cesar Carlota dos Santos disseram, em nota enviada à RPC, que acompanham o caso. Leia na íntegra: "A defesa esclarece que as investigações acerca dos fatos ocorridos em Bandeirantes permanecem em curso, não sendo possível tratar como definitivas as conclusões apresentadas até o momento. As declarações prestadas na fase policial, apresentadas como 'confissões' são expressamente questionadas pela defesa quanto à sua voluntariedade, diante das circunstâncias em que foram obtidas, incluindo a proibição de contactarem seus advogados, a forte pressão psicológica e privação de alimentação e água por aproximadamente 7 horas de interrogatório. A própria manifestação do Ministério Público reconhece que tais circunstâncias ainda poderão ser melhor apuradas no decorrer da investigação. Até o momento não há decisão judicial sobre o direito dos investigados responderem o processo em liberdade. Seguiremos colaborando com a Justiça para o completo esclarecimento dos fatos, sem, contudo, abrir mão dos direitos e garantias fundamentais assegurados pela Constituição, especialmente o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a presunção de inocência." VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias em g1 Norte e Noroeste.

24 de agosto de 2026 às 17:39
Falhas de hardware, erros humanos, desastres naturais e ataques cibernéticos têm ao menos uma característica em comum: podem interromper, de forma repentina, a operação de uma empresa. A forma como cada organização se prepara para esses cenários — e não apenas para evitá-los — é o que define o conceito de recuperação de desastres, ou disaster recovery, na terminologia usada pelo setor de tecnologia. Segundo dados citados por consultorias de infraestrutura, o custo médio do tempo de inatividade de sistemas corporativos pode representar milhares de dólares por hora, variando conforme o porte da empresa e a criticidade dos sistemas afetados. Para negócios cuja operação depende diretamente de sistemas digitais, cada hora de indisponibilidade tende a se traduzir em impacto direto sobre receita, produtividade e relacionamento com clientes. A diferença entre backup e plano de recuperação Um equívoco comum, segundo especialistas em continuidade de negócio, é confundir a existência de backups com a existência de um plano de recuperação de desastres. Enquanto o backup se refere à cópia dos dados, o plano de recuperação envolve todo o processo necessário para restabelecer a operação: quais sistemas devem ser priorizados, quem é responsável por cada etapa, qual o tempo máximo tolerável de indisponibilidade para cada processo crítico e como a comunicação com clientes e equipes deve ocorrer durante a crise. Pesquisas do setor indicam que, mesmo entre empresas que afirmam ter um plano de recuperação de desastres formalizado, parcela relevante nunca testou esse plano na prática — o que reduz significativamente sua eficácia real no momento em que é efetivamente necessário. RPO e RTO: os indicadores que orientam o planejamento Especialistas em continuidade de negócio costumam trabalhar com dois indicadores centrais no desenho de um plano de recuperação. O primeiro, conhecido como RPO (Recovery Point Objective), define até que ponto no tempo os dados podem ser recuperados — ou seja, quanto de informação a empresa está disposta a perder em caso de incidente. O segundo, RTO (Recovery Time Objective), define o tempo máximo aceitável para que os sistemas voltem a funcionar após uma interrupção. Definir esses parâmetros exige que a empresa avalie, de forma realista, quais sistemas são de fato críticos para a operação e quais podem tolerar um tempo maior de indisponibilidade sem gerar impacto significativo — uma análise que, segundo especialistas, costuma ser negligenciada por empresas que tratam todos os sistemas com o mesmo nível de prioridade. Por que os testes periódicos fazem diferença Um plano de recuperação de desastres que nunca foi testado carrega um risco relevante: a possibilidade de que, no momento da crise, procedimentos previstos no papel não funcionem como esperado na prática, seja por mudanças na infraestrutura que não foram refletidas no plano, seja por falhas de comunicação entre as equipes envolvidas. Organizações mais maduras em gestão de continuidade costumam realizar simulações periódicas, envolvendo cenários realistas de falha, como forma de identificar lacunas no plano antes que um incidente real exponha essas fragilidades. Ambientes replicados como estratégia de resiliência Entre as práticas mais adotadas por empresas com maior maturidade em continuidade de negócio está a manutenção de ambientes replicados — cópias funcionais da infraestrutura principal, hospedadas em local separado, capazes de assumir a operação em caso de falha grave no ambiente primário. Essa abordagem reduz o tempo de indisponibilidade em comparação com modelos que dependem exclusivamente da reconstrução da infraestrutura a partir de backups após o incidente. O papel de parceiros em continuidade de negócio Estruturar um plano de recuperação de desastres robusto exige conhecimento técnico específico, além de tempo dedicado a testes periódicos — recursos nem sempre disponíveis nas equipes internas de empresas de pequeno e médio porte. Nesse contexto, a Gate7 IT Solutions atua apoiando organizações na estruturação de planos de continuidade e ambientes de recuperação, contribuindo para reduzir o tempo entre a ocorrência de um incidente crítico e o restabelecimento da operação. Perspectivas para os próximos anos A tendência observada por especialistas do setor é que a recuperação de desastres deixe de ser tratada como um documento arquivado e passe a integrar rotinas periódicas de teste, no mesmo padrão aplicado a outras áreas críticas da gestão empresarial, como auditoria financeira. Para gestores de tecnologia, o principal aprendizado é que um plano de recuperação só cumpre sua função quando é testado com regularidade — antes que a empresa precise dele em uma situação real. Serviço Gate7 IT Solutions Site: www.gate7.com.br Telefone / WhatsApp: (41) 4042-6421 Instagram: @gate7it Atendimento: Curitiba (PR) e São Paulo (SP)