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Morte do cão Orelha: Justiça determina que plataformas removam das redes informações sobre adolescentes

29 de janeiro de 2026

O cachorro Orelha em dois momentos — Foto: Reprodução

Por O Globo

O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC) determinou que as plataformas removam das redes sociais conteúdos que identifiquem os quatro adolescentes supostamente envolvidos no caso da morte do cão comunitário Orelha, ocorrida na Praia Brava, em Florianópolis. A informação foi divulgada pela defesa de dois dos jovens suspeitos pelo ataque ao animal. O GLOBO entrou em contato com o TJ-SC, mas o órgão informou que “não se manifesta sobre processos que tramitam em segredo de Justiça”.

Segundo os advogados, a decisão é da Vara da Infância e Juventude da capital catarinense e foi concedida em caráter liminar, a partir de pedido apresentado pela defesa. A ordem judicial estabelece que empresas como a Meta — responsável por Facebook, Instagram e WhatsApp — e a Bytedance, dona do TikTok, excluam postagens e comentários que permitam a identificação dos adolescentes, além de adotar medidas técnicas para impedir a republicação desse tipo de conteúdo. O descumprimento da decisão pode resultar em multa diária.

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