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Vitão discute com ídolo da adolescência após comentário em nova música

20/08/2021 às 08:44.

Vitão lançou uma música chamada “takafaya” nesta quinta-feira e a repercussão despertou uma onde de comentários negativos e ofensivos nas rede sociais. Embora a maioria das mensagens venha do público em geral, o cantor se decepcionou ao encontrar um comentário de um artista que considerava um ídolo de infância.

O Batz Ninja, também conhecido como Batoré, do grupo Cone Crew Diretoria, deixou uma mensagem zombando da música em uma publicação que noticiava o lançamento. O rapper publicou emojis de risada e escreveu: “q isso n consegui ouvi n” (“o que é isso? Não consegui ouvir nada”). Vitão respondeu: “Qual foi irmão sempre fui seu fã, mó decepção”.

Mais tarde, Batoré também publicou uma captura de tela mostrando uma troca de mensagens entre ele e Vitão. Na conversa, os artistas discutem e trocam farpas. “Você me ofendeu de graça já, mano, falando da minha arte, da minha música”, escreveu Vitão após chamar Batz de otário.

Depois de repercussão, Batoré pediu desculpas a Vitão e pediu para que os seus seguidores não disseminassem o ódio:

“Fala rapazeadinha, estou aqui para me retratar, pedir desculpas para o Vitão. Falei da música do mano, pô, é um bagulho muito delicado, [é a] musica dos outros. Foda. É arte e quem somos nós para falar mal do bagulho?”, começou Batoré. “Porra, Vitão, peço desculpas para você ai, nós trocamos uma ideia. Então, é isso rapazeadinha, sem disseminar o ódio.”, concluiu o veterano.

Vitão lançou “takafaya”

Vitão transformou um ano atribulado em uma nova composição. Sofrendo com uma onda de comentários odiosos nas redes sociais, o cantor acaba de lançar, nesta quinta-feira (19), a faixa “takafaya” com reflexões sobre saúde mental, machismo, sua desconstrução e, é claro, amor. A faixa está disponível em todas as plataformas digitais e o clipe no YouTube.

A música mescla momentos de melancolia e felicidade com a intervenção de versos indignados em que o cantor inseriu um rap no qual faz críticas ao machismo estrutural. “Resolvi incluir o rap principalmente porque entendo que ele tem esse traz mesmo essa ideia de transformar indignação em luta, de forma mais forte”, explica. Sobre os versos, o cantor pontuou:

“Eu já me podei bastante depois de tudo que aconteceu, tentei ficar mais recluso. Com o tempo, entendi que não deveria ser assim, pelo contrário, eu nasci assim, não preciso mudar porque alguém na internet disse algo pra mim. É preciso “tacar fogo” nisso tudo e nascer de novo”, disse o cantor.

Gravado nos Estados Unidos, o clipe foi dirigido por Cauê Tarnowski e ganhou momentos que contrastam de acordo com a música:

Fonte: Popline