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Vacina da Pfizer é 100% eficaz em adolescentes de 12 a 15 anos: pesquisa

01/04/2021 às 08:56.

Vacina da Pfizer / BioNTech – Foto: Justin Tallis/Pool/Getty Images

A Pfizer e a BioNTech anunciaram nesta quarta, 31, que a vacina deles é 100% eficaz em adolescentes de 12 a 15 anos.

Assim, ela se torna a primeira vacina a poder ser aplicada no público mais jovem. Mais que isso: os testes demonstraram que os voluntários tiveram uma grande resposta na produção de anticorpos.

Agora, depois deste estudo, a Pfizer vai entrar com pedido de uso emergencial nos Estados Unidos e espera que as vacinações do grupo jovem possam começar antes do próximo ano letivo, afirmou Albert Bourla, presidente e executivo-chefe da Pfizer, em comunicado.about:blank

A vacina da Pfizer já te autorização nos EUA para uso em pessoas a partir dos 16 anos.

Estudo da eficácia

No ensaio feito com 2.260 adolescentes de 12 a 15 anos, aconteceram 18 casos de covid-19 entre os 1.129 participantes que receberam um placebo e nenhum entre os 1.131 voluntários que receberam a vacina.

Isso resulta em 100% de eficácia na prevenção da doença, disseram as empresas em comunicado.

A vacina foi bem tolerada, com efeitos colaterais semelhantes aos observados entre aqueles com idade entre 16 e 25 anos no teste de adultos.

A pesquisa não listou os efeitos colaterais para o grupo mais jovem, mas os efeitos colaterais do ensaio em adultos geralmente foram leves a moderados e incluíram dor no local da injeção, dores de cabeça, febre e fadiga.

Os dados da pesquisa clínica ainda não serão revisados ​​por pares.

Para crianças

A farmacêutica já começou um estudo de fase 1, 2 e 3 com crianças de 6 meses a 11 anos.

Na semana passada, as primeiras crianças de 5 a 11 anos receberam uma dose do imunizante.

A Pfizer/BioNTech deve começar o ensaio de 2 a 5 anos semana que vem e depois entre participantes entre 6 meses e 2 anos.

A empresa pretende inscrever 4.644 voluntários no teste e espera resultados até o final de 2021.

Por Rinaldo de Oliveira, da redação do Só Notícia Boa – com informações do R7/ Reuters

Via: Só Notícia Boa