Um ano depois, novidade no Pokémon Go faz jogadores voltarem às ruas

04/08/2017 às 14:04. Comente esta notícia!

Foto: Google Imagens

 

Há exatamente um ano, centenas de pessoas se concentravam em pontos como Avenida Paulista, Parque do Ibirapuera e Largo da Batata, em Pinheiros, para estrear o jogo Pokémon Go, recém-chegado ao Brasil.

A febre durou meses, com esquinas lotadas de jogadores por toda a cidade. Mas a moda passou e, com o tempo, o movimento foi perdendo força.

Desde o último dia 22, no entanto, o joguinho voltou a mobilizar paulistanos nas ruas. O motivo é que, nesse dia, a Niantic, empresa responsável pelo jogo, liberou os monstrinhos “lendários”, as espécies raras do game, por tempo limitado. Com isso, os jogadores passaram a se reunir em grupos, para batalhar pelos bichinhos.

Entre eles está o engenheiro paulistano Julio Cesar Ahumada Filho, de 30 anos, criador do canal do YouTube TigerGames, que registrou sua caça pelas ruas de São Paulo em um vídeo intitulado “Nunca fiquei tão tenso!!” (confira, abaixo). Para ajudar na caça aos novos monstrinhos, ele coleta informações em grupos de WhatsApp cheios de jogadores. “Tem um de Pinheiros com duzentos integrantes”, conta.

No último dia 23, em uma rua na Bela Vista, ele, a namorada e pelo menos outros vinte jogadores, com idades variadas, se reuniram para derrotar, juntos os novos pokémons e capturá-los. A briga era por espécies chamadas Articuno e Lugia.
“Os lendários são esperados desde o começo do jogo”, explica. “A proposta do Pokémon Go sempre foi fazer as pessoas saírem de casa e encontrarem os amigos. Agora, para capturar esses, que são mais fortes, é preciso de sete a vinte pessoas na batalha. Por isso, os jogadores estão se encontrando em grupos grandes, reunindo gente.”

No mesmo dia, Ahumada caçou outras “espécies” em bairros como Vila Madalena, na Zona Oeste, e Consolação, na região central. Em todos eles, havia muita gente na batalha. “No entanto, é preciso tomar cuidado. Estão rolando uns casos de assalto, boatos, pessoas enviando localidades falsas. É preciso evitar locais que não se conhece. Vou fazer um vídeo a respeito”, alerta Ahumada.

Fonte: Veja