Ao Vivo

Organização quer levar quatro mil voluntários às ruas para grande ação social

19/08/2019 às 11:04.

Nos dias 23, 24 e 25 de agosto, a Ong TETO Brasil  promove uma de suas mais importantes ações do ano,  a COLETA. Trata-se  do maior evento de voluntariado da organização, que pretende arrecadar R$ 390 mil reais nas ruas das principais capitais do País.   Durantes os três dias, a ong pretende levar mais de 4 mil voluntários às ruas das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Salvador, Belo Horizonte e Recife para denunciar a realidade vivida diariamente por 11 milhões de pessoas nas favelas do Brasil e arrecadar  doações para  financiar os projetos da Ong.  Todo o dinheiro arrecadado será  investido em mais de 40 comunidades com projetos de moradia e infraestrutura em que a organização atua.

Há mais de 12 anos no Brasil,  TETO atua para garantir o direito à moradia nas favelas mais precárias e invisíveis do país, por meio  de programas sociais que geram soluções de melhorias de moradia e habitat.

“Nos últimos anos tivemos um aumento do déficit habitacional e de pessoas indo morar em favelas, ao mesmo tempo que temos percebido cortes significativos nas políticas públicas de habitação que tendem a agravar ainda mais esta situação de vulnerabilidade. Acreditamos que a juventude tem papel fundamental na mudança desta realidade, por isso queremos mobilizar o maior número de jovens que possam ir para as ruas denunciar e arrecadar recursos para colocar soluções concretas em prática”, comenta Nina Scheliga, Diretora Executiva do TETO Brasil.

Neste mês, a organização lançou a campanha “Estamos de Mudança”. Criada pela agência Grupo Image, as peças convidam a sociedade à se juntar ao TETO e aos moradores das comunidades precárias para uma mudança social, sem pedir desculpas pelo transtorno.

Os interessados em se voluntariar na coleta nas ruas ainda podem se inscrever através do link  www.sympla.com.br/coletateto2019.

Em 2018 a ação de COLETA mobilizou mais de 3 mil pessoas, arrecadando 400 mil reais, o que possibilitou a construção de moradias emergenciais e o andamento de mais de 30 equipes de trabalho nas comunidades.

Via Curitiba Cult