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Mulher acusada de matar a filha para ficar com guarda do neto foi encontrada usando nome falso

13 de maio de 2024

Foto: Arquivo da família/Polícia Militar do Paraná

Por g1

Tânia Djanira Melo Becker de Lorena, de 59 anos, foi presa pela Polícia Militar (PM-PR) trabalhando como faxineira após 17 anos foragida. De acordo com a polícia, ela estava usando um nome falso quando foi abordada, se apresentando como Lurdes. 

Tânia estava foragida desde 2007. Ela é é acusada de matar a própria filha, Andréa Rosa de Lorena, de 23 anos, para tentar ficar com a guarda do neto.

De acordo com denúncia do Ministério Público do Paraná (MP-PR), Andréa foi morta por asfixia após um almoço com a mãe e o padrasto, Everson Luís Cilian, de 54 anos, que também está preso.

O crime foi em 2007, em Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC).

A acusada foi presa dois dias após a exibição do programa Linha Direta, da TV Globo, que apresentou o caso e incentivou denúncias contra ela. A história pode ser conferida no Globoplay.

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