Menino que viralizou como ‘o pai mais jovem do Reino Unido’ é preso

29/08/2019 às 11:17.
Alfie com Maise no colo

Alfie com Maise no colo Foto: Reprodução

Em 2009, o pequeno Alfie Patten virou notícia mundo afora como o “pai mais jovem do Reino Unido”. A aparência do menino, que parecia ser mais novo, hipnotizou a opinião pública britânica e logo o caso estourou em sites e jornais de todo o mundo.

Alfie era apontado por Chantelle Steadman, de 15 anos, como o pai da sua filha, Maisie. O inglês chegou a posar segurando a menina. Só que o caso teve uma reviravolta, ganhando contornos de novela mexicana: um exame de DNA apontou que Alfie não era o pai de Maisie. O caso se tornou tão popular que até o então premier britânico, Gordon Brown, manifestou-se pelo seu desfecho. Outras autoridades pegaram carona no caso para fazer campanha contra a gravidez precoce.

Postagem do PAGE NOT FOUND sobre o caso em fevereiro de 2009

Postagem do PAGE NOT FOUND sobre o caso em fevereiro de 2009 Foto: Reprodução

O discurso de Chantelle de que Alfie era o “único” foi desmontado. Tyler Barker, de 15 anos, foi apontado por exame de DNA como o pai da criança. Alfie ficou arrasado e a família o manteve recluso por um bom tempo. Chantelle se mudou e Alfie não pôde mais ver Maisie, com quem tinha se afeiçoado.

Dez anos depois, Alfie volta à cena. Desta vez, porém, ele teve que assumir o que fez. O inglês, com 23 anos, foi preso após ficar alcoolizado e danificar vários carros estacionados em rua de Lewes (Inglaterra).

De acordo com o “Daily Star”, Alfie está desempregado e tem enfrentado o abuso de álcool.

“Ele estava bêbado e agressivo”, afirmou a promotora do caso, Hannah Hurley.

Alfie Patten, separado por dez anos
Alfie Patten, separado por dez anos Foto: Reprodução

A juíza Janet Waddicor decidiu não condenar Alfie à prisão. Ele terá a pena suspensa por um mês e uma semana, quando ficará sob observação judicial, e será obrigado a participar de um programa de desintoxicação. O inglês já tinha cinco passagens pela polícia, incluindo casos de agressão e desordem pública.

Via: Jornal Extra