Defesa de ex-mulher de Giba entra com recurso para derrubar liminar que suspendeu prisão de ex-atleta

21/02/2018 às 09:03.

Pedido foi protocolado na segunda-feira (19). Prisão tinha sido determinada por falta de pagamento da pensão dos filhos que teve com Cristina Pirv, também ex-atleta de vôlei.

Giba  negou a expedição do mandado de prisão por não pagamento da pensão alimentícia aos filhos.  (Foto:  Divulgação/FIVB)

Giba negou a expedição do mandado de prisão por não pagamento da pensão alimentícia aos filhos. (Foto: Divulgação/FIVB)

A defesa da ex-mulher do campeão olímpico Giba afirma que entrou com recurso na tarde de segunda-feira (19) para derrubar a liminar que suspendeu a prisão do ex-atleta por falta de pagamento da pensão dos filhos que teve com Cristina Pirv, também ex-atleta de vôlei.

A prisão de 60 dias tinha sido decretada pela Justiça no dia 9 de fevereiro. Porém, o ex-jogador de vôlei conseguiu uma liminar, na noite de sexta-feira (16), que suspendeu a decisão.

De acordo com o advogado de Pirv, Rodrigo Reis Silva, o juiz terá prazo de cinco dias para se manifestar sobre o pedido. “Caso a decisão não seja favorável, vamos recorrer ao STJ [Superior Tribunal de Justiça]”, diz.

Segundo ele, a dívida somada chega ao equivalente a dez meses de pensão. Sobre os valores, o advogado explicou que Giba não apresentou os comprovantes de rendimento para mostrar que não pode pagar a quantia estabelecida.

Além disso, o advogado alega que o valor da pensão foi o próprio Giba que se ofereceu a pagar, em 2013. A quantia, que não foi divulgada porque o processo tramita em segredo de Justiça, tem correção anual.

Giba nega mandado

O ex-jogador divulgou em suas redes sociais, no sábado (17), um comunicado em que nega a expedição do mandado de prisão por não pagamento da pensão alimentícia aos filhos.

NOTA OFICIAL: Sobre as recentes notícias envolvendo meu nome, tenho alguns esclarecimentos: – O mandado de prisão sequer chegou a ser expedido, tendo o Tribunal em poucas horas derrubado a decisão, em um reconhecimento inequívoco de que jamais houve qualquer razão para a prisão. – Pago de pensão , mensalmente, um valor mais do que justo e suficiente para que meus filhos, Nicoll e Patrick, tenham uma qualidade de vida acima da média. – Ofereci pagar, via bolsa de estudos, além do valor que pago, as mensalidades dos meus filhos em uma das melhores escolas de Curitiba, que fica inclusive perto da casa deles, mas esta proposta foi negada por ela. – A mãe dos meus filhos pede, em processo na justiça, um valor de pensão baseado em valores que eu não ganho mais há bastante tempo. Em nossa separação, deixei diversos imóveis para ela, no Brasil e na Romênia, além da guarda das crianças, e de ter que me desfazer de alguns bens meus para quitar dívidas deixadas por ela enquanto fomos casados. – No ano passado, mudei do Rio de Janeiro para Curitiba afim de ficar mais perto dos meus filhos e pedi a guarda compartilhada, e a justiça está prestes a conceder, com base em lei, sendo esta mais uma razão da minha ex-mulher insistir em valores absurdos. – Patrick e Nicoll podem comprovar que faço o possível e o impossível pela felicidade deles – única e exclusivamente deles. Haja vista a alegria de ambos quando estão comigo. É para eles, e somente para eles, que pago mensalmente a pensão. A minha parte como pai estou fazendo. Deito minha cabeça tranquilamente no travesseiro com a sensação de que nao deixo faltar nada aos meus filhos.

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Via: G1