Cão da família ajuda bombeiros a localizarem menininha na mata, que estava perdida a mais de 8 horas

12/02/2019 às 16:37.

O Corpo de Bombeiros conseguiu localizar uma garota de apenas 3 anos que havia se perdido em uma mata próxima da chácara da família, durante a madrugada desta terça-feira (12), no Povoado de Barbosilândia, em Posse, no nordeste goiano. Segundo a corporação, ela ficou 8 horas desaparecida. Os militares disseram que as pegadas da criança e os latidos do cão que estava junto com ela foram essenciais para encontrá-la, ilesa, a cerca de 2,5 km de casa.

De acordo com o soldado Rhilne Xavier Guimarães, um dos dois bombeiros que atuaram na ocorrência, vários parentes da criança vivem em propriedades vizinhas.

“Segundo a mãe, a criança tinha o hábito de ir sozinha até a casa de parentes. Por volta das 18h30 [de segunda-feira, 11], após tomar banho e jantar ela saiu. Mas quando começou a anoitecer, ela foi procurá-la e não encontrou”, disse ao G1.

A família começou a procurar a criança e localizou várias pegadas da menina seguindo até a estrada que dá saída à chácara. Como os rastros cessaram, eles entraram na mata para procurá-la, sem sucesso.

Apavorados, os parentes acionaram os bombeiros, que foram ao local ajudar nas buscas. Por volta de 2h30, os latidos do cãozinho que havia seguido a menininha contribuíram para que ela fosse encontrada.

Menina foi encontrada assustada e com muito frio, mas sem nenhum, ferimento — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

A menina não apresentava nenhum arranhão, mas estava bastante assustada e trêmula por conta do frio. Ela foi levada para casa e se encontrou com a mãe, que ficou bastante emocionada.

O soldado disse que, conforme a família, ela correu perigo nas imediações. “Os parentes relataram que já viram onças pela região”, afirma.

Criança foi encontrada pelos bombeiros ao lado do cachorro da família — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

 

“Ouvimos os latidos de um cachorro. Começamos a procurar de onde ele estava vindo. De repente, o tio da menina a encontrou dormindo no chão, e o cachorro próximo, como se estivesse a protegendo”, relata o soldado.

 

Leia a matéria completa: G1.