Cachê do cantor Gabriel Diniz vai às alturas com sucesso de ‘Jenifer’

18/01/2019 às 17:33. Comente esta notícia!

 

 

Os dias mais quentes do ano costumam vir acompanhados de algum novo sucesso que ganha o título de “hit do verão”. Em 2018, os funks Envolvimento, de MC Loma, e Vai Malandra, de Anitta, se tornaram a trilha sonora do Carnaval.

Em 2019, a faixa da vez é a grudenta Jenifer, interpretada pelo cantor campo-grandense Gabriel Diniz, 28. O videoclipe da produção no YouTube ultrapassou 100 milhões de visualizações. Neste embalo, o artista anda fazendo pelo menos vinte shows por mês, com um cachê médio de 125 000 reais.

A canção foi composta por oito músicos, parte de um grupo goiano chamado Big Jhows. Inicialmente, quem comprou os direitos autorais da música foi o cantor Gusttavo Lima, que inclusive tocou o hoje conhecido refrão em um festival em julho do ano passado, em Campina Grande, na Paraíba, mas nunca a gravou.

A produção chegou, então, aos ouvidos de Diniz, que a adquiriu de Lima. Antes de atingir o topo das paradas do Spotify Brasil, o artista já era conhecido no Nordeste e fazia parcerias com nomes de destaque, como Léo Santana.

O interesse do rapaz pela música começou inocentemente, aos 13 anos. “Pedi um violão de presente, no tempo das revistinhas sobre o assunto, e fui devagarzinho aprendendo”, conta. Aos 15, já tinha uma banda de garagem. A brincadeira não parou, o acompanhando até a faculdade. “Entrei em engenharia elétrica na Universidade Federal de Campina Grande, na Paraíba.”

A carreira na música, contudo, começou a demandar maior atenção, depois que ele decidiu investir em seu projeto solo. “Parti em busca do meu sonho.” A aposta deu certo. Ganhou destaque com uma mistura de forró e sertanejo. Jenifer, no entanto, se mostrou um trampolim. “Ela está quebrando barreiras, me dando oportunidade de mostrar meu trabalho pelo Brasil inteiro”, comemora.

O timbre de voz de Diniz lembra o de outro astro do ramo: Wesley Safadão. “É muito bacana ser comparado com ele, um cara respeitado no país todo”, explica ele, que mantém uma relação próxima com o “concorrente”. “Sempre trocamos ideias, telefonemas… Temos uma afinidade legal.”

 

 

Fonte:  Veja