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Bastante machucada, garota de programa escapa de caminhoneiro ‘possuído’. Ele fez mais vítimas!

01/06/2019 às 16:52.

 

Reinaldo Luiz Chaves, 30 anos. Este é o nome de um caminhoneiro que fez pelo menos duas vítimas em Almirante Tamandaré, Região Metropolitana de Curitiba (RMC), nesta semana. As duas mulheres, garotas de programa, foram espancadas e só não acabaram mortas porque conseguiram escapar do caminhão de Reinaldo, que afirmou a elas que estava ‘com o demônio no corpo e queria matar’. Ele foi preso e a polícia acredita que outras mulheres tenham sido vítimas.

Os casos foram descobertos depois que a segunda vítima pulou do caminhão e, mesmo sendo seguida por Reinaldo, teve a ajuda de populares que chamaram a Polícia Militar (PM). O homem foi preso em flagrante e, na delegacia, a Polícia Civil acabou descobrindo outra mulher que foi espancada da mesma forma.

 Segundo o delegado Tiago Dantas, da Delegacia de Almirante Tamandaré, nas duas ações Reinaldo atuou da mesma forma: chamou a mulher para um programa e começou a agredi-la. “No depoimento ele negou a autoria, disse que não sabia o que tinha acontecido e que estava embriagado e sob efeito de drogas, que não se recordava do que teria acontecido. Mas para a gente ficou bem claro que ele é o autor”, comentou.

As ações

O primeiro crime foi sexta-feira (24) da semana passada, por volta das 23h. “Ele manteve Camila em cárcere privado até sábado, às 10h, quando ela conseguiu fugir. No sábado à noite, ele pegou Vanessa, a segunda vítima, e fez da mesma forma. Ela ficou refém até por volta das 19h de domingo”, contou o delegado.

A polícia chegou ao caso depois que o crime da segunda vítima foi descoberto, pois quando Vanessa tentou fugir, Reinaldo a seguiu e moradores chamaram a PM, que efetuou a prisão. “Ele foi preso e ela foi levada à delegacia muito machucada, mas muito machucada mesmo, só de mordidas tinha pelo menos 30”.

Segundo o delegado, no decorrer das investigações, a Polícia Civil descobriu outra vítima. “No depoimento, Vanessa fez menção a outra menina que foi vítima do mesmo crime, um dia antes. A outra jovem também narrou a situação e foi do mesmo modo: convidava a fazer um programa, agredia, mantinha em cárcere privado e também machucava muito”.

 

 

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