AliExpress anuncia que vai entregar encomendas no Brasil em até 28 dias

16/05/2019 às 16:00. Comente esta notícia!

 

O AliExpress anunciou que vai reduzir o tempo de entrega de encomendas no Brasil pela metade do tempo. A nova solução, em parceria com a Cainiao Network — plataforma de logística afiliada também pertencente ao Grupo Alibaba —, vai passar o prazo de delivery da China para o Brasil de dois para um mês.

O prazo de 22 até 28 dias para a entrega começará a valer após a data de confirmação do pagamento. Além disso, o progresso do envio Premium é totalmente rastreável e proporcionará aos usuários uma economia de até 59% no custo de envio. A opção Premium é especialmente mais econômica para o envio de lotes pesados.

 “Nossos usuários adoram o AliExpress porque podem encontrar quase qualquer coisa na plataforma com preços muito competitivos; o lançamento do AliExpress Premium Shipping para o Brasil representa o nosso compromisso com este importante mercado e a melhoria contínua da experiência do consumidor”, disse Kang Huang, diretor regional do AliExpress para a América Latina.

A nova solução oferece, além da melhoria no tempo de processamento de ponta a ponta, espaço de transporte assegurado, solução inovadora de desembaraço aduaneiro e melhoria do canal na entrega terrestre por meio de parceiros locais. O Brasil é um dos mercados mais importantes para o AliExpress devido ao enorme setor de varejo do país, que totaliza US $ 1107 bilhões de dólares, e ao forte crescimento do comércio eletrônico.

“A Cainiao Network está comprometida a trabalhar com parceiros globais para criar uma experiência logística melhor tanto para vendedores quanto para consumidores. Estamos animados com o lançamento desse novo serviço de envio que apresenta eficiência logística melhorada e menores custos para o consumidor brasileiro”, diz James Zhao, gerente geral da Cainiao Global.

O site de varejo oferece acesso a produtos em mais de 40 categorias. As mais populares entre os usuários do Brasil são acessórios de telefonia móvel, relógios, eletrônicos de consumo e brinquedos.

Fonte:  Extra