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Adolescente provoca pânico em escola de Curitiba com falsa ameaça de atentado

24/05/2019 às 15:42.

 

Um boato de um atendado no Colégio Estadual Paulo Leminski, no bairro Tarumã, em Curitiba, deixou pais e alunos assustados nesta sexta-feira (24). Uma aluna teria entrado na rede Wi-Fi do colégio e enviado as mensagens para outras pessoas. A partir daí, a direção entrou em contato com a Polícia Militar, que encaminhou a Patrulha Escolar para o pátio da escola.

Pais assustados chegavam a todo o momento para buscar os adolescentes que foram ao Leminski – outros até ficaram em suas residências para evitar qualquer transtorno no dia. “Estamos recebendo em grupos de WhatsApp as mensagens que alguma coisa iria acontecer. Não sabemos se é bomba, tiro ou algo do tipo. Estou vindo agora no colégio para buscar minha filha”, disse Vanessa Duarte, mãe de uma adolescente.

Para entrar na instituição educacional, todos precisavam colocar um nome na lista com o telefone – a reportagem da Tribuna do Paraná visualizou mais de 100 pessoas no registro da escola. Em nota enviada à imprensa, a Secretaria de Estado da Educação e do Esporte (Seed-PR) informou que “a direção do estabelecimento de ensino mencionado, ao tomar conhecimento de uma possível ameaça, cumpriu todos os protocolos de segurança conforme o manual de Orientações Práticas de Segurança para Instituições de Ensino, acionando o Batalhão da Polícia Escolar Comunitária (BPEC), que se dirigiu ao colégio para prestar auxílio e orientação à comunidade escolar”.

Marcos Estelido, pai de uma adolescente, ao deixar o colégio mostrou indignação ao saber que o boato foi propagado por uma estudante que não gostaria de realizar uma prova. Ele pediu providências à escola e até aos pais da menina. “São pessoas irresponsáveis que criam a confusão. É preciso punir com rigidez para que outros não façam a mesma coisa. Se fosse a minha filha, ela ia sofrer bastante”, ressaltou. Uma das mães, que preferiu manter o anonimato, relatou que existe uma lista de colégios que estariam na mira de possíveis atentados. “Infelizmente, isto é algo comum. Os pais sabem até quando vai acontecer”.

 

 

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