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Em alta com ‘Beijinho no ombro’, Valesca Popozuda não sai do trono: ‘Me sinto mais do que uma diva, mais do que uma rainha’

09 de janeiro de 2014, 10:08. Comente esta notícia!

Se você não gosta de Valesca Popozuda, ela dá o recado: “Rala, sua mandada!”. A funkeira tá podendo com o sucesso do clipe ‘Beijinho no ombro’, o seu primeiro na carreira solo, que em menos de 15 dias já tem quase dois milhões de acessos no YouTube. Valesca vive três rainhas diferentes no vídeo, e parece que ainda não tirou a coroa ou saiu do trono depois da gravação:

— Já me sentia uma diva. Agora me sinto mais do que uma diva, mais do que uma rainha — declara, aos risos: — Já que a música fala de inveja, resolvemos fazer uma coisa medieval. As rainhas sempre foram muito invejadas — comenta a funkeira, que se inspirou em divas do pop como Beyoncé, Rihanna e Katy Perry para fazer o clipe: — Mas jamais serei cantora pop. Não digo nem que criei raízes com o funk. Eu enterrei os meus pés nele. Nunca vou deixar de ser funkeira.

A terceira rainha é a que mais chama atenção, por estar ao lado de uma tigresa (“É o amuleto da rainha”) e uma águia (“Representa os olhos de águia da rainha, que vê tudo”). Valesca viajou até São Paulo só para gravar as cenas com os animais, que são domesticados. O restante do clipe foi filmado no Castelo de Itaipava, em Petrópolis.

— Cheguei no sítio em São Paulo dois dias antes, para saber lidar com os animais. Mas em nenhum momento fiquei com medo. Tenho muito mais medo de gente do que de bicho — dispara.

Todo o luxo do clipe custou R$ 1 milhão. Com tanto sucesso e a agenda de shows lotada, essa grana não vai demorar a voltar para a loura e seu empresário (Leandro Pardal, um dos autores de ‘Beijinho no ombro”).

— Ainda não deu pra recuperar. Mas até o meio do ano acho que a gente consegue — acredita a popozuda.

O nome da música já virou gíria. Valesca, porém, garante que não tá mandando beijinho no ombro para as recalcadas.

— A música é só uma forma de expressão. Todo mundo lida com a inveja e o recalque na vida. Mas beijinho no ombro pode ser uma coisa boa também, e gostaria de mandar um para os meus “popofãs”.

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