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Atlético toma do próprio veneno na final da Copa do Brasil

28 de novembro de 2013, 11:27. 1 comentário, comente também!

O Atlético do contra-ataque mortal viu o segundo título nacional da sua história, a inédita Copa do Brasil, acabar exatamente na sua maior arma. Aos 42 minutos do segundo tempo, quando ao Furacão só interessava atacar para buscar o gol, Paulinho puxou um contra-ataque, Weverton operou o terceiro milagre da noite e Elias, no lance seguinte, mandou para a rede. Era o gol do tricampeonato da Copa do Brasil. O gol do terceiro brasileiro classificado à Libertadores-2014. O gol do primeiro clube campeão do novo Maracanã. O terceiro vice-campeonato seguido do futebol paranaense no torneio. Aos 49, Hernane carimbou a conquista, em outro contragolpe: 2 a 0 Flamengo.

O Maracanã totalmente rubro-negro, com quase 70 mil pessoas, terminou a noite em festa. A maioria comemorando o título. Os mais de 6 mil atleticanos que invadiram o Rio de Janeiro permaneceram, quase todos, no seu setor do estádio, esperando a aproximação do time para receber o aplauso. Uma demonstração de orgulho pela campanha do time que saiu da Série B para chegar à final da Copa do Brasil e fixar-se no topo do Brasileirão.

“É chegar no vestiário e levantar a cabeça de todo mundo. Estamos bem no Brasileiro. Vamos buscar nossa vaga, o torcedor merece”, afirmou Paulo Baier. “Saímos com alma vencedora. A gente está de parabéns. Ficamos entre os dois melhores nas duas competições”, reforçou Zezinho.

Foi um ponto comum no discurso atleticano. Outro foi o de que o título escapou na Vila Capanema, com o empate por 1 a 1, no jogo de ida. Uma verdade incompleta. Pior do que a igualdade foi carregar para o Maracanã a perda de Everton, suspenso. Problema agravado pela solução adotada por Vagner Mancini, a escalação de Felipe.

O meia não conseguiu dar ao time uma alternativa ofensiva à velocidade do Atlético. Também não ajudou na marcação do frágil lado esquerdo da defesa do Furacão, em que Pedro Botelho, novamente, perdeu feio para Léo Moura. O Atlético melhorou no segundo tempo com a entrada de Dellatorre. Equilibrou o jogo. Pressionou. Teve oportunidades mais no abafa do que na organização. Sofreu o castigo justo para quem, na soma das duas partidas, foi pior.

O foco se ajusta para o Brasileiro. Domingo, contra o Santos. No outro fim de semana, contra o Vasco. Dois jogos para o Atlético garantir a vaga na Libertadores que construiu ao longo de uma das melhores e mais

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1 Comentário

  1. JUAREZ CARLOS disse:

    SOU MULAMBO, sou da favela, sou do povão, sou guerreiro. Sou marrento, sou do samba, sou do rock, sou do pop. Sou rico, sou pobre. Sou dentista, sou frentista. Sou polícia, sou bandido. Sou 40 milhões em um só! Tenho defeitos, sou brasileiro. Mas superando todos eles, conquistei, conquisto, conquistarei! Eu sou o MAIS temido, invejado, tão secado!!!! Sou aquele que faz três timinhos rivais serem amigos quando eu jogo! Sou aquele que nunca desiste, que acredita no milagre até o último segundo! Quem sou eu? Prazer, sou eterno! SOU FLAMENGO, SOU TRI CAMPEÃO!!!

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